Onde pescar no Rio Grande do Sul

Os melhores locais de pescaria no Rio Grande do Sul, região por região

No Rio Grande do Sul, os melhores lugares para pescar de graça, em água livre, são Rio Ibicuí (dourado, pintado/surubim e piapara), Torres (betara/papa-terra, corvina e robalo-peva) e Pesca no Guaíba (Porto Alegre) (jundiá, bagre-do-mar e jacundá). Entre os pesqueiros, Pesque Pague Gabardo (dourado, pintado/surubim e traíra) e Ninho da Coruja (Canela) (truta-marrom, black bass e carpa). São 117 locais mapeados, 40 rios e 40 pesqueiros entre eles, em 11 regiões do estado.

Mapa dos lugares para pescar no Rio Grande do Sul

Lugares para pescar no Rio Grande do Sul, por região

Centro do Rio Grande do Sul

O Centro do Rio Grande do Sul tem uma pesca genuinamente gaúcha nos rios e arroios da bacia do Jacuí. A região de Santa Maria, Cachoeira do Sul e Santa Cruz do Sul tem bons pontos para jundiás, grumatãs e traíras. Os arroios que cortam a paisagem de campos e coxilhas formam poços e remansos que funcionam bem para pescaria de fundo. As represas e açudes da região são boas para uma pesca tranquila de traíras e carpas. A facilidade de acesso pela BR-290 e a proximidade de Porto Alegre fazem desta região uma opção prática para pescarias de fim de semana.

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Fronteira Gaúcha

A Fronteira Gaúcha é sinônimo de pesca de grandes predadores no Rio Uruguai. O rio é famoso nacionalmente pelos dourados, que podem ultrapassar 15 quilos, e pelos pintados que habitam as corredeiras e poços profundos. A região de Uruguaiana, São Borja e Itaqui dá acesso a trechos muito bons do rio, com estrutura de barcos e guias locais. As represas do Passo Real e Itaúba completam as opções, com boa pesca de traíras e jundiás. A fronteira com a Argentina permite pescarias binacionais, com possibilidade de explorar ambos os lados do rio em uma mesma viagem.

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Litoral Norte Gaúcho

O Litoral Norte Gaúcho tem de tudo: lagoas, canais, mar aberto. Dá para escolher o que pescar conforme o dia. As lagoas dos Quadros e Itapeva rendem traíra e jundiá o ano todo. Os canais entre as lagoas são bons para viola e corvina, especialmente no inverno. Na praia, Torres e Capão são os pontos clássicos para corvina e miraguaia de arremesso. Tramandaí funciona como base central, com fácil acesso para qualquer direção. A estrutura de veraneio ajuda: tem hospedagem, restaurante, mercado, tudo perto. Quem mora em POA chega em 2 horas.

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Litoral Sul Gaúcho

O Litoral Sul Gaúcho abriga a Lagoa dos Patos, a maior lagoa de água salobra do mundo, criando um ecossistema único no Brasil. Os famosos molhes da Barra de Rio Grande são um dos melhores pontos de pesca do Sul do país, onde corvinas de grande porte, miraguaias e pampos são frequentes. A combinação de água doce da lagoa com a salinidade do oceano forma um ambiente perfeito para diversas espécies migratórias. A pesca embarcada na lagoa rende bagres, tainhas e linguados, enquanto no mar dá para pegar anchova, pescada e até espécies pelágicas maiores nos meses de verão.

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Noroeste Gaúcho

O Noroeste Gaúcho é uma região de rios encachoeirados que desaguam no Rio Uruguai, com pesca de qualidade em ambiente preservado. Os rios Ijuí, Buricá e Comandaí são conhecidos pelos dourados que sobem as corredeiras, além de jundiás e grumatãs de bom porte. A região de Três Passos e Santo Augusto tem tradição pesqueira forte, com acesso fácil aos melhores pontos. As corredeiras e quedas d'água formam piscinas naturais onde os peixes se concentram para alimentação. As cidades do interior gaúcho ainda rendem boa comida e pousadas rurais para se hospedar.

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Norte Gaúcho

O Norte Gaúcho é uma das regiões mais subestimadas do RS para pesca. Os rios que formam a bacia do Uruguai são volumosos e cheios de peixe. O jundiá é o carro-chefe: exemplares de 2 a 4 kg são comuns. A traíra aparece bem nos remansos e nas represas da região. E em alguns trechos dá para pegar dourado, especialmente mais perto da fronteira. A estrutura é simples, mas funcional, com pousadas rurais e acesso fácil de carro. O inverno é bom para jundiá, o verão para traíra. A região é tranquila, sem a muvuca do litoral.

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Região Metropolitana de Porto Alegre

Pescar na região de Porto Alegre tem uma vantagem enorme: dá para ir e voltar no mesmo dia sem gastar muito. O Guaíba é generoso: viola, corvina, jundiá e bagre aparecem com frequência. Os pontos na orla de POA, Guaíba e Eldorado do Sul são acessíveis de ônibus ou carro. A infraestrutura é boa, com estacionamento, banheiros e até restaurantes perto. Para quem está começando ou quer pescar sem fazer viagem longa, é perfeito. O final de tarde no Guaíba, com o pôr do sol, é daquelas coisas que só quem pescou ali entende.

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Serra Gaúcha

A Serra Gaúcha é mais conhecida pelos vinhos, mas quem conhece sabe que a pesca lá é boa também. Os rios de água fria que descem dos vales guardam jundiás de bom tamanho. A traíra aparece nos açudes e represas particulares, e algumas fazendas permitem pesca mediante taxa. O legal é que dá para combinar a pescaria com passeio em família pelas vinícolas e restaurantes coloniais. Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa têm bons acessos aos rios. O outono e o inverno são as melhores épocas, quando a água esfria e o jundiá fica mais ativo. A estrutura de hospedagem é boa.

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Vale do Caí

O Vale do Caí é daqueles lugares onde a pesca vem junto com a paisagem. Os rios descem da serra com água limpa e fria, perfeita para jundiá e grumatã. O Rio Caí tem trechos de corredeira onde o peixe briga bem. As represas da região guardam bons exemplares de traíra também. Dá para combinar a pescaria com passeio pelas cidades coloniais: São Sebastião do Caí, Montenegro, Pareci Novo. A gastronomia alemã é um bônus. O acesso de Porto Alegre é rápido, menos de 1 hora. Outono e inverno são as melhores épocas, quando a água esfria e o jundiá fica ativo.

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Vale do Taquari

O Rio Taquari é um dos rios mais produtivos do RS para jundiá. A água corre com boa vazão o ano todo, e os peixes se concentram nos poços fundos e nas curvas do rio. O grumatã também aparece bem, especialmente nos afluentes menores. As represas da região têm traíra de bom porte. A vantagem é que o vale é perto de Porto Alegre (1h30 de carro) e tem estrutura razoável de hospedagem. Lajeado e Estrela são boas bases. O outono e início do inverno são os melhores períodos, quando a água baixa e clareia. Isca natural é o que mais funciona aqui.

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Vale dos Sinos

O Vale dos Sinos é a opção mais próxima de Porto Alegre para quem quer pescar sem viajar longe. O Rio dos Sinos tem seus problemas de poluição na parte baixa, mas os trechos mais altos, perto de São Leopoldo e Novo Hamburgo, ainda produzem bem. Jundiá é o peixe mais comum, com exemplares de até 2 kg. A traíra aparece nos açudes e nos remansos com vegetação. Para pescaria rápida de fim de tarde ou fim de semana curto, resolve bem. A infraestrutura é boa por ser região metropolitana. O inverno é a melhor época, quando a água esfria e o jundiá fica mais ativo.

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São 40 pesqueiros mapeados no Rio Grande do Sul, a maioria em Noroeste Gaúcho (9), Vale dos Sinos (7) e Vale do Taquari (6).

Perguntas frequentes sobre pescaria no Rio Grande do Sul

Quais os melhores lugares para pescar no Rio Grande do Sul?

Os melhores lugares para pescar no Rio Grande do Sul são Rio Ibicuí, Torres, Pesca no Guaíba (Porto Alegre), Rio Negro e Tramandaí e Imbé (mar); entre os pesqueiros, Pesque Pague Gabardo e Ninho da Coruja (Canela). Cada um tem guia completo com espécies, iscas e melhor época.

Onde pescar de graça no Rio Grande do Sul?

No Rio Grande do Sul, a pesca em água livre acontece em Rio Ibicuí, Torres, Pesca no Guaíba (Porto Alegre), Rio Negro, Tramandaí e Imbé (mar), Rio Pelotas, Balneário Quintão e Rio Silveira. A pesca de margem em água pública não tem cobrança, mas exige a licença de pesca amadora.

Quais rios para pescar no Rio Grande do Sul?

Os rios mais procurados para pescar no Rio Grande do Sul são Rio Ibicuí, Rio Negro, Rio das Antas, Rio Tramandaí e Rio Uruguai. Cada rio tem guia com os pontos de pesca, as espécies e a melhor época.

Tem pesqueiro no Rio Grande do Sul?

Sim. A iscabox mapeou 40 pesqueiros no Rio Grande do Sul, a maioria em Noroeste Gaúcho (9), Vale dos Sinos (7) e Vale do Taquari (6). Os mais bem avaliados são Pesque Pague Gabardo, Ninho da Coruja (Canela) e Centro de Lazer Arroio Grande.

Quais peixes tem no Rio Grande do Sul?

As espécies mais pescadas no Rio Grande do Sul são Traíra, Jundiá, Carpa, Tilápia, Lambari e Grumatã. Cada guia de local lista os peixes daquela água e as iscas que funcionam.

Qual a melhor época para pescar no Rio Grande do Sul?

A melhor época para pescar no Rio Grande do Sul depende da espécie. Em geral, os meses mais quentes, de outubro a março, têm os peixes mais ativos, e a piracema (novembro a fevereiro na maior parte do país) restringe a pesca em rios. Cada guia de local traz a melhor época daquela água.

Preciso de licença para pescar no Rio Grande do Sul?

Sim. Para pescar legalmente no Brasil é preciso ter a Licença de Pesca Amadora, emitida pelo IBAMA, válida em todo o país e obtida online. Pesqueiros não exigem a licença, porque o peixe é criado no local.