Onde pescar no Mato Grosso
Os melhores locais para pescar no Mato Grosso
No Mato Grosso, os melhores lugares para pescar de graça, em água livre, são Rio Xingu (pirarara, tucunaré e cachara), Rio Manso (dourado, cachara e piau) e Rio Cristalino (tucunaré, matrinxã e cachara). Entre os pesqueiros, Recanto do Tota (carpa, tambacu e pacu) e Rancho Pesqueiro JDias (dourado, piau e pacu). São 101 locais mapeados, 65 rios e 26 pesqueiros entre eles, em 7 regiões do estado.
Mapa dos lugares para pescar no Mato Grosso
Lugares para pescar no Mato Grosso, por região
Centro Mato-grossense
O Centro Mato-grossense tem como destaque a Chapada dos Guimarães e seus rios de águas cristalinas. O Rio Manso nasce na serra e forma poções profundos onde dourados e cacharas se escondem entre as pedras. O Lago do Manso (APM Manso), reservatório formado pela barragem do rio, virou um dos principais destinos de pesca de tucunaré do estado, com peixes que ultrapassam 4 quilos. O Rio Claro, como o nome diz, tem águas transparentes que permitem pesca visual de piraputangas e piaus. A grande vantagem da região é a proximidade com Cuiabá (dá para fazer bate-volta em um dia), combinada com a infraestrutura turística da Chapada, que tem pousadas, restaurantes e atrativos naturais como cachoeiras e mirantes.
Destaques
Norte Mato-grossense
O Norte Mato-grossense concentra alguns dos rios mais cobiçados do Brasil para pesca esportiva. O Rio Xingu, com suas águas cristalinas, é famoso pelos tucunarés gigantes e cacharas em cenário de tirar o fôlego. O Araguaia, no trecho mato-grossense, forma praias imensas e abriga pintados, pacus e até pirarucus. O Rio das Mortes e o Suiá-Miçu correm por terras preservadas com pesca intocada. Já o Teles Pires e o Cristalino, perto de Alta Floresta, atraem pescadores de todo o país com corredeiras, poções profundos e peixes de porte. A região exige logística mais planejada (voos até Alta Floresta, Canarana ou Barra do Garças, seguidos de traslado terrestre ou fluvial), mas a recompensa é pescar em ambientes que poucas regiões do mundo ainda têm.
Oeste Mato-grossense
O Oeste Mato-grossense é para quem quer pescar em lugares remotos e pouco explorados. O Rio Guaporé, na fronteira com a Bolívia, é um gigante de águas escuras com piraíbas que passam de 100 quilos, cacharas, tucunarés e pirararas. A região de Vila Bela da Santíssima Trindade e Pontes e Lacerda serve como base para expedições fluviais de vários dias. O Rio Juruena, no noroeste, é outro colosso amazônico com corredeiras e poções que guardam tucunarés, cacharas e matrinxãs de porte. O acesso exige planejamento, com estradas longas e trechos sem asfalto, mas a pesca em rios praticamente intocados compensa cada quilômetro. É a fronteira da pesca esportiva em Mato Grosso.
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Pantanal Norte
O Pantanal Norte é o coração da pesca esportiva brasileira e um dos destinos mais procurados do mundo. É ali que saem os maiores pintados, cacharas e jaús do país, com peixes que passam dos 30 quilos com frequência. A estrada Transpantaneira dá acesso a dezenas de pousadas especializadas em pesca, com pontos em baías, corixos e rios como o Paraguai, Pixaim, Piquiri e São Lourenço. As baías (Castelo, Tuiuiú, Siá Mariana, Vermelha) são clássicas para tucunaré e traíra em água calma. Na seca, de maio a outubro, os peixes se juntam nos poços e canais que sobram, e a pescaria fica bem mais fácil de acertar. Com barco-hotel e pousadas, dá para ficar vários dias dentro da maior planície alagável do planeta.
Espécies
Região Metropolitana de Cuiabá
A Região Metropolitana de Cuiabá é a porta de entrada para a pesca em Mato Grosso, e o próprio Rio Cuiabá já é destino de respeito. Pintados e cacharas de bom porte são capturados em trechos próximos à cidade, principalmente na região de Barão de Melgaço. O Rio Aricá-Açu, afluente do Cuiabá, tem pesca de barranco fácil de acessar, com traíras e piaus gordos. O Rio Pari, mais ao sul, é opção para pescarias tranquilas de fim de semana. A grande vantagem é a conveniência: aeroporto internacional, hotéis de todas as faixas, lojas de pesca bem abastecidas e a possibilidade de pescar no mesmo dia da chegada. Para quem tem pouco tempo ou quer uma pescaria rápida antes de seguir para o Pantanal, a região metropolitana resolve bem.
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Sudeste Matogrossense
O Sudeste Matogrossense é uma alternativa prática para quem quer pescar sem encarar viagem longa. A região de Campo Verde e Primavera do Leste conta com pesqueiros bem estruturados e represas particulares que foram povoadas com espécies esportivas como tambacus, pacus e tilápias de grande porte. Os rios da bacia do Araguaia que cortam a região guardam traíras, piaus e até tucunarés introduzidos. A proximidade com Cuiabá e a boa infraestrutura rodoviária fazem da região uma opção prática para pescarias de fim de semana, com hotéis-fazenda e a comida local por perto.
Sul Mato-grossense
O Sul Mato-grossense marca a transição entre o Cerrado e o Pantanal, com rios que nascem em serras e chapadas e descem formando corredeiras, poções e praias. O Rio Itiquira, com sua cachoeira de 82 metros, é destino clássico para dourados e matrinxãs em águas cristalinas. O Rio Correntes, na divisa com Mato Grosso do Sul, é famoso pelos dourados de porte que sobem as corredeiras. O Rio Vermelho, perto de Rondonópolis, tem pesca acessível de cachara e piau em ambiente de cerrado. A região combina boa pesca com paisagens espetaculares e infraestrutura razoável nas cidades de apoio como Itiquira e Rondonópolis.
Espécies
Rios para pescar no Mato Grosso










São 26 pesqueiros mapeados no Mato Grosso, a maioria em Região Metropolitana de Cuiabá (8), Oeste Mato-grossense (4) e Sudeste Matogrossense (4).




















